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domingo, 13 de abril de 2014

SAÍDA DE CAMPO - AULA DE ARTES

Os educandos da professora Sonia Becker visitaram o espaço artístico e histórico do Santander Cultural, em Porto Alegre/RS.
A aprendizagem se torna mais interessante quando o aluno vivencia o conteúdo além da sala de aula.

domingo, 10 de novembro de 2013

JORNAL NA SALA DE AULA

Aprender a ler, nas mais diversas formas de escrita, é o objetivo principal dos nossos educadores.

BRINCANDO E ALFABETIZANDO



Professora Goreti Maia, com seus educandos, compartilhando a História dos Tres Porquinhos, com música e mímica. Os personagens foram confeccionados com sucatas.

sábado, 9 de novembro de 2013

BONECAS ABAYOMI







Bonecas Abayomi

A palavra abayomi tem origem incerta. Provavelmente é uma palavra de origem iorubá, significando aquele que traz felicidade ou alegria. Pode ser traduzida como: "ofereço para você o melhor que eu tenho em mim" ou "aquela que traz minhas qualidades"

ABAY = ENCONTRO                   
OMI – PRECIOSO


ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO


domingo, 12 de maio de 2013

PROJETO: VIDA FELIZ



Os alunos dos anos finais tiveram a oportunidade de prestigiar a palestra com Moises sobre a importância de valorizar a vida de cada um e do seu próximo. Salientou que as pessoas que são felizes não se iludem com falsas promessas ocasionadas pelas drogas. 

HORA DO CONTO - EMÍLIA ENTRANDO EM AÇÃO!



Para incentivar a leitura e "aguçar" a fantasia e a imaginação, é importante  incorporar o personagem. 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

FOTOGRAFIA VIROU DESENHO



Na 2ª etapa do projeto "Uso das tecnologias em sala de aula", os alunos do 5º ano A  apreciaram as suas imagens transformadas em desenho, onde puderam recolorir e reinventar um novo colorido para seus trabalhos. Nesta etapa analisaram alguns erros relacionados ao foco, centralização do objeto, cortes, fundo  da imagem e paisagismo. 



quinta-feira, 14 de março de 2013

FOTOGRAFANDO OS ANIMAIS DO BAIRRO



Os alunos do 5º ano A saíram a campo, com as professoras Rose Kaspary e Andressa Moreira,  para  registrarem as imagens dos animais do bairro Califórnia, em Nova Santa Rita, RS.  O trabalho faz parte da disciplina de Artes, pelo projeto "Uso das Tecnologias na Aprendizagem", onde os alunos utilizam aparelhos celulares e máquinas fotográficas para registrar e aprender por meio da imagem.

A FOTOGRAFIA VIROU DESENHO


Os alunos do 5º ano A, juntamente com a professora Rose Kaspary, organizaram um painel com  fotografias dos pontos turísticos da cidade de Nova Santa Rita, RS. Após pesquisa na internet, as fotos foram transformadas em "desenhos" e novas cores dadas às imagens. O painel "A fotografia virou desenho" ilustrou, de forma criativa, a cidade que está em festa pelo seu 21º aniversário de emancipação. O trabalho faz parte do projeto "Uso das tecnologias como fonte de conhecimento".

domingo, 24 de fevereiro de 2013

HORA DO CONTO




Chapeuzinho Amarelo
                 
Era a Chapeuzinho Amarelo.

Amarelada de medo.
Tinha medo de tudo, aquela Chapeuzinho.

Já não ria.

Em festa, não aparecia.
Não subia escada, nem descia.
Não estava resfriada, mas tossia.
Ouvia conto de fada, e estremecia.
Não brincava mais de nada, nem de amarelinha.

Tinha medo de trovão.

Minhoca, pra ela, era cobra.
E nunca apanhava sol, porque tinha medo da sombra.

Não ia pra fora pra não se sujar.

Não tomava sopa pra não ensopar.
Não tomava banho pra não descolar.
Não falava nada pra não engasgar.
Não ficava em pé com medo de cair.
Então vivia parada, deitada, mas sem dormir, com medo de pesadelo.
Era a Chapeuzinho Amarelo…

E de todos os medos que tinha

O medo mais que medonho era o medo do tal do LOBO.
Um LOBO que nunca se via,
que morava lá pra longe,
do outro lado da montanha,
num buraco da Alemanha,
cheio de teia de aranha,
numa terra tão estranha,
que vai ver que o tal do LOBO
nem existia.

Mesmo assim a Chapeuzinho

tinha cada vez mais medo do medo do medo
do medo de um dia encontrar um LOBO.
Um LOBO que não existia.

E Chapeuzinho amarelo,

de tanto pensar no LOBO,
de tanto sonhar com o LOBO,
de tanto esperar o LOBO,
um dia topou com ele
que era assim:
carão de LOBO,
olhão de LOBO,
jeitão de LOBO,
e principalmente um bocão
tão grande que era capaz de comer duas avós,
um caçador, rei, princesa, sete panelas de arroz…
e um chapéu de sobremesa.

Mas o engraçado é que,

assim que encontrou o LOBO,
a Chapeuzinho Amarelo
foi perdendo aquele medo:
o medo do medo do medo do medo que tinha do LOBO.
Foi ficando só com um pouco de medo daquele lobo.
Depois acabou o medo e ela ficou só com o lobo.

O lobo ficou chateado de ver aquela menina 

olhando pra cara dele,
só que sem o medo dele.
Ficou mesmo envergonhado, triste, murcho e branco-azedo,
porque um lobo, tirado o medo, é um arremedo de lobo.
É feito um lobo sem pelo.
Um lobo pelado.
O lobo ficou chateado.

Ele gritou: sou um LOBO!

Mas a Chapeuzinho, nada.
E ele gritou: EU SOU UM LOBO!!!
E a Chapeuzinho deu risada.
E ele berrou: EU SOU UM LOBO!!!!!!!!!!

Chapeuzinho, já meio enjoada, 

com vontade de brincar de outra coisa.
Ele então gritou bem forte aquele seu nome de LOBO 
umas vinte e cinco vezes,
que era pro medo ir voltando e a menininha saber 
com quem não estava falando:
LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO

Aí, Chapeuzinho encheu e disse:

"Pára assim! Agora! Já! Do jeito que você tá!"
E o lobo parado assim, do jeito que o lobo estava, já não era mais um LO-BO.
Era um BO-LO.
Um bolo de lobo fofo, tremendo que nem pudim, com medo de Chapeuzinho.
Com medo de ser comido, com vela e tudo, inteirinho.
Chapeuzinho não comeu aquele bolo de lobo, 
porque sempre preferiu de chocolate.

Aliás, ela agora come de tudo, menos sola de sapato.

Não tem mais medo de chuva, nem foge de carrapato.
Cai, levanta, se machuca, vai à praia, entra no mato,
Trepa em árvore, rouba fruta, depois joga amarelinha,
com o primo da vizinha, com a filha do jornaleiro,
com a sobrinha da madrinha
e o neto do sapateiro.

Mesmo quando está sozinha, inventa uma brincadeira.

E transforma em companheiro cada medo que ela tinha:
O raio virou orrái;

barata é tabará;
a bruxa virou xabru;
e o diabo é bodiá.

FIM
( Ah, outros companheiros da Chapeuzinho Amarelo: o Gãodra, a Jacoru,o Barãotu, o Pão Bichôpa… e todos os tronsmons).






COMENTÁRIO

        O Livro trata das aventuras de uma menina que tinha medo de tudo.  Sabendo que havia um lobo no outro lado da montanha, decide sair em busca de uma resposta para suas dúvidas e receios e também para satisfazer a sua curiosidade.
Essa mocinha sofre de um mal terrível: sente medo do medo.  Enfrentando o Desconhecido (o Lobo), ela supera seus temores e inseguranças, encontrando a alegria de viver. Uma reescrita interessante do conto clássico quase homônimo.  Com bastante inventividade estimula, desafia a imaginação do expectador, ao inverter a história original.
Assim, as personagens Chapeuzinho Amarelo e Lobo dialogam com a versão tradicional do conto "Chapeuzinho Vermelho", dos Irmãos Grimm. A mudança de cor das suas roupas contém uma simbologia às avessas: o vermelho é associado à pureza, e o amarelo, ao medo que ela tinha de tudo.
Na história original (Chapeuzinho Vermelho), o Lobo ocupa a posição de dominador, com suas características de maldade e agressividade; e Chapeuzinho ocupa a posição de dominada, com suas características de ingenuidade e impotência.
A paródia de Chico Buarque, ao contrário, trabalha com a desconstrução dessas imagens por meio das indicações que fazem surgir a imagem de Chapeuzinho Amarelo, forte e dominadora, e do Lobo, fraco e dominado. 


Autor: Chico Buarque
Imagens: Ziraldo

Foto: Professora Rose Kaspary na Hora do Conto com a turma do 5º ano.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

REVISTA GESTÃO ESCOLAR, DE NOVA ESCOLA PUBLICA NOSSO PROJETO

A Revista Gestão Escolar, edição especial da Revista Nova Escola, publicou neste mês de agosto o projeto da equipe pedagógica da Escola Campos Salles, Rosemary Kaspary e Gládis Gonçalves "Vou para o 6º ano, e agora? Este projeto institucional  foi implantado com os educandos dos 5º anos e publicado no Blog da Escola. Os alunos e professores vibraram quando o pessoal da Nova Escola nos procurou e publicou nosso trabalho na Revista!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

TRANSIÇÃO DO 5º PARA O 6º ANO

Novos espaços, novos amigos, nova grade curricular, novas exigências, novos professores e, especialmente, uma mudança profunda – a entrada na adolescência: estes são alguns dos ingredientes de uma das mais importantes fases da escolaridade, a transição do 5º ano para o 6º ano do Ensino Fundamental.
A entrada para o 6º ano representa o desejo de crescer e conquistar a nova identidade social. Depois de conviver com apenas um educador em sala de aula durante anos, a troca para até oito deles parece algo bem difícil. Falar sobre as tarefas e as avaliações de sua disciplina, antes mesmo de começar a lecionar para a turma é uma forma de tranqüilizar e organizar o andamento das aulas.
Até o 5º ano, o aluno está sempre sendo cuidado pelo seu professor, que é o responsável por tudo que ele fizer.  Os alunos do 6º ano percebem que é possível ficar na escola sem um adulto responsável por eles, em algum momento. E já começam a se preparar para lidar com professores que não estarão disponíveis para eles.
Os pais preparam-se para dar mais autonomia quanto à vida escolar dos seus filhos. As práticas da escola, ao mesmo tempo em que valorizam essa atitude, passam a mensagem de que gostariam de que eles estejam mais presentes na escola.
Até o 5º ano, os pais são considerados colaboradores ativos na aprendizagem dos alunos.  A parceria passa a existir, no 6º ano, quando são convocados a comparecerem para receber o boletim e entender os motivos que justificam as notas de seu filho por meio do Conselho de Classe.  A troca de períodos, os pais não sendo os responsáveis pelo aproveitamento dos filhos são algumas alterações que compõem esse momento escolar. Essas mudanças se refletem nas práticas compondo novas exigências e novos desafios. O 6º ano não é necessariamente mais difícil, mas é um ano no qual alunos e pais são desafiados a corresponderem com expectativas diferentes.
A experiência de dividir o conhecimento em áreas de ensino gera a sensação de que se exige mais dos alunos e que é preciso um empenho muito maior para superá-los. Os sentimentos com relação à escola e à sala de aula passam a ser diferentes. Na escola, além de se ter aulas, surge o espaço para amigos, namoros e brincadeiras sem a supervisão de um professor. A vida dos adolescentes é uma gangorra oscilante, devido às mudanças de atitudes. Alterações de humor e o contato com diferentes professores permitem ao aluno construir novas formas de relação com o conhecimento.Essas reformulações indicam a necessidade, constante, de contato entre professores e pais.     
O ritmo dos alunos é um aspecto que merece atenção. No 5º ano, com uma professora, as aulas tendem a ser mais lentas. No 6º, com períodos de 45 minutos, a dinâmica se acelera, exigindo celeridade. As aulas também ficam mais densas, exigindo maior concentração.  Às vezes, o quadro poderá estar cheio quando chega-se na aula. Deve-se dar um tempinho para que todos terminem de anotar. Em geral, superado o primeiro trimestre, a moçada já está acostumada ao andamento das aulas e acompanha as atividades com facilidade.
A escola pode ajudar realizando reunião com os pais e com os “novos” alunos explicando como serão os conteúdos, avaliações, trabalhos, organização do material, uso do horário e agenda das atividades. Toda a comunicação realizada com são importantes ferramentas para informar sobre as mudanças na rotina dos estudantes e orientá-los no sentido de ajudar a enfrentarem os novos desafios pedagógicos e pessoais que terão pela frente: maior quantidade de lições de casa, mais tempo de permanência na escola, aumento no número de disciplinas ou de alunos por sala, etc.
Partindo desse pressuposto, a equipe de professores do 5º ano e séries finais da escola Campos Salles, juntamente com as pedagogas Rosemary Kaspary e Gládis Gonçalves, estão realizando reuniões e pesquisas com os alunos  a fim de delinearem metas e ações para minimizar os efeitos que este período traz aos adolescentes. O próximo passo será a reunião com os pais no início de 2011.

              http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/novidades-serie-    adaptacao-passagem-dificuldades-518771.shtml

terça-feira, 23 de novembro de 2010

INICIAÇÃO CIENTÍFICA NOS ANOS INICIAIS



Esta Turminha, do 3º ano A, orientados pela professora Cristina Sant'Anna estão exercitando seu conhecimento científico. Por meio da pesquisa sobre os animais, suas características, alimentação, habitat, etc, foram estimulados a buscarem o conhecimento utilizando a tecnologia da informação. O trabalho encerrou  com a construção do Zoológico desenvolvido com massa de modelar onde os alunos tiveram a oportunidade de trabalhar em grupo. Uma aprendizagem lúdica, científica e estimulante.



segunda-feira, 14 de junho de 2010

IMAGENS DA COPA DO MUNDO 2010











Os alunos da 7ª série realizaram um trabalho envolvendo a criatividade e as cores na aula de Artes da Professora Maristela Boldt. Pintaram diversas figuras de animais da Floresta Africana. Foi uma aula que aliou o conhecimento, a arte e a alegria das cores! A cada finalização, os grupos corriam para expor sua arte no mural artístico da escola.








segunda-feira, 10 de maio de 2010

PROJETO: NÃO SE ENGANE! BULLYING NÃO É VALENTIA, É COVARDIA!







O Projeto Anti-Bullying está acontecendo em toda a rede escolar municipal como forma de prevenir este tipo de violência entre os educandos.

A Criança precisa receber limites claros e objetivos de seus pais, para se sentirem seguras e, só coloca limites claros e objetivos quem se autoconhece e tem um bom senso de limite pessoal e interpessoal.O processo de educar e criar laços verdadeiros de afeto e cumplicidade é algo que leva tempo, que não se impõe e nem se consegue através da força, das chantagens ou da manipulação e muito menos através dos excessos do poder.No caso dos pais que lidam, cotidianamente, com explosões de raiva de seu filho, o exercício da autoridade requer que expressem respeito, amor e firmeza; que coloquem limites claros, através de atitudes envoltas em qualidades suaves, nutridoras, disciplinadoras e objetivas.

Foi realizado o concurso do desenho que será o símbolo desta campanha. A primeira etapa aconteceu na escola, nas turmas das séries finais, onde a vencedora foi a aluna Jenifer, 7ª série. A próxima etapa será realizada com as demais escolas da rede municipal.