domingo, 6 de junho de 2010

COPA DO MUNDO 2010

Com início no dia 11 de junho até o dia 11 de julho de 2010.
O evento será realizado no continente africano, tendo a África do Sul como país-sede.
As melhores seleções e o país-sede formam os “cabeças de chave”, separados para não se enfrentarem na 1ª fase.



Como Ficaram os grupos:
Grupo A: África do Sul, México, Uruguai e França
Grupo B: Argentina, Nigéria, Coreia do Sul e Grécia
Grupo C: Inglaterra, Estados Unidos, Argélia e Eslovênia
Grupo D: Alemanha, Austrália, Sérvia e Gana
Grupo E: Holanda, Dinamarca, Japão e Camarões
Grupo F: Itália, Paraguai, Nova Zelândia e Eslováquia
Grupo G: Brasil, Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal
Grupo H: Espanha, Suíça, Honduras e Chile

Na 1ª fase, as seleções jogam contra as participantes de seu grupo, e as duas que mais obtiverem pontuação, passam para as oitavas-de-final.
A partir daí, os países disputam em caráter eliminatório até a grande final, que será em 11 de julho, no estádio Soccer City.
O Brasil estreia no dia 15 de junho às 15h30 (horário de Brasília)contra a Coreia do Norte. O segundo jogo é com a Costa do Marfim, no dia 20, também às 15h30. A última partida do Brasil na 1ª fase será no dia 25 de junho às 11h, contra Portugal.

Fonte: http://jakcanoas.blogspot.com/

"Bons alunos não fazem lições sozinhos"

ENTREVISTA REALIZADA PELA REVISTA ÉPOCA COM O PROFESSOR HARRIS COOPER. PESQUISADOR AMERICANO QUE ESTUDA HÁ MAIS DE 20 ANOS O IMPACTO DO DEVER DE CASA NA VIDA ESCOLAR DOS ALUNOS.

Segundo o Cooper o envolvimento dos pais na lição de casa faz a diferença no desempenho escolar dos filhos porque é o melhor momento de mostrar o quanto a escola é importante. Os pais que participam e têm atitudes positivas em relação ao dever de casa , é muito provável que a criança tenha a mesma atitude em relação ao aprendizado, do contrário poderá gerar atritos com a escola. Alerta para que a lição de casa não seja enfadonha, já que os pais, muitas vezes, tem uma agenda cheia e as atividades possam envolver muito tempo deles. Coloca ainda que o papel da família é monitorar e dar condições para realizar as tarefas em local e horário adequados (desligando a tv, por exemplo), ajudando na pesquisa, tirando dúvidas. Lembra que fazer a lição pelo filho é muito negativo, pois atrapalha o desenvolvimento das habilidades que ele precisa desenvolver. Salienta que a internet veio para contribuir, principalmente para melhorar a comunicação entre escola e família e que esse recurso será mais aproveitado quando essa comunicação for habitual e alcançar o maior número de residências, e que ninguém seja excluído.

REVISTA ÉPOCA, MARÇO DE 2010 (pag.84)

sábado, 5 de junho de 2010

CARTA ESCRITA NO ANO 2070

O dia mudial do meio ambiente nos faz refletir sobre a importância em cuidar do patrimônio ambiental.

"Nosso destino comum no planeta, compartilhar com todos sua vida no planeta. Nossa identidade é ao mesmo tempo individual e cósmica. Educar para conquistar um vínculo amoroso com a Terra, não para explorá-la, mas para amá-la."(GADOTTI)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

ATIVIDADES EM GRUPO MELHORAM A APRENDIZAGEM






"Somos anjos de uma só asa. Precisamos do outro para voar"



Como o aluno aprende mais? Fazendo atividades sozinho ou interagindo com os colegas? Há algum tempo sabe-se que o desenvolvimento cognitivo pode ser mais efetivo quando a criança e o adulto estão inseridos em um contexto coletivo de aprendizagem. Por isso, cabe à escola buscar ações para ampliar os horizontes do aluno e daqueles que fazem parte de seu universo. Sendo assim, as chamadas aprendizagens cooperativas surgem como grandes incentivadoras do autoconhecimento. Descobri-las e elaborá-las deve ser a meta de todo os educadores.

No início do século 20, o psicólogo russo Lev Vygotsky (1896-1934) criou o conceito de zona de desenvolvimento proximal (ZDP), definindo-o como "a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela resolução independente de problemas, e o nível superior de desenvolvimento potencial, determinado pela resolução de problemas sob orientação de um adulto ou em colaboração com pares mais capazes". Com base nesse princípio, ele escreveu que aquilo que um aluno é capaz de realizar em colaboração com um colega é mais revelador de seu desenvolvimento pessoal do que seu desempenho avaliado isoladamente - um convite para se focar no potencial e não apenas no rendimento em trabalhos individuais.

Autores contemporâneos, seguidores de Vygotsky, indicam que a ZDP pode ser compreendida também como uma aprendizagem para grupos e isso tem contribuído para a descoberta e o planejamento de contextos coletivos de aprendizagem em que há o engajamento ativo de uma coletividade na descoberta de novos meios para resolver problemas. Na escola, é possível trabalhar a ZDP de vários coletivos: das turmas, das famílias e dos professores, sempre que há uma atividade envolvendo a negociação entre parceiros com diferentes competências. Experiências de aprendizagens colaborativas entre alunos com habilidades diversas, entre eles e seus familiares e professores e mesmo entre docentes promovem o desenvolvimento de toda a comunidade escolar.
A investigação de como coletivos de pessoas aprendem traz contribuições significativas à gestão escolar. A orientação educacional pode atuar nesse campo se perguntando: qual o sentido do conhecimento para a comunidade escolar? Como o conhecimento circula e é transmitido no interior dos grupos? Os papéis executados pelos alunos em contextos de aprendizagem coletivos se modificam ou são estáticos? Que características dos coletivos (virtuais e físicos) se desenvolvem de forma mais eficiente e autônoma? Descobrir o uso que os alunos fazem da internet para se comunicar, por exemplo, pode ajudar a escola a formular ações educativas no espaço virtual, tão familiar aos jovens.
A busca por essas respostas contribui para o desenvolvimento do aluno. Assim como Vygotsky, entendemos por desenvolvimento a liberdade, a criação, a ampliação de horizontes e a capacidade de refletir e transformar. Em tempos marcados por metas individuais de desempenho, uma concepção coletiva da ZDP se torna ainda mais atraente para aqueles que acreditam nos contextos coletivos de aprendizagem.


Catarina Iavelberg (gestao@atleitor.com.br)


Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/orientador-educacional/atividades-colaborativas-melhoram-aprendizado-indivudual-coletivo-aprendizagem-coletiva-551854.shtml


domingo, 16 de maio de 2010

BPA - VOCÊ SABE O QUE É?

Plástico: como evitar as substâncias tóxicas

Para guardar comida, para fazer suco, para servir saladas. Vá na sua cozinha e preste atenção: quanto há de plástico nela? Se a sua resposta for “são incontáveis”, atenção: é preciso saber que tipo de plástico você leva para dentro de casa. E mais: saiba o que você deve e o que você não pode fazer ao usar utensílios que contenham este produto. “Ninguém sabe o quão tóxicos são os plásticos, mas estes materiais contém aditivos químicos”, alerta o guia do Environmental Working Group, uma organização de divulgação das informações referentes à saúde pública. Segundo o guia, não devemos usar plásticos de bisfenol-a (BPA) como o policarbonato. Estudos e testes demonstram que é desregulador de hormônios, responsável por mudanças de comportamento e pode provocar doenças. Apesar disso, este plástico é comumente usado para guardar comida e água e pesquisas revelaram que o material é encontrado no organismo de quem os utiliza com frequência. Também não coloque em contato com a boca utensílios de PVC. E procure os produtos livres de BPA.
Como utilizar utensílios de plástico: Não leve os plásticos ao micro-ondas, mesmo que eles sejam feitos para isso. Não use recipientes de plástico para bebidas quentes, apenas frias. Não deixe crianças e bebês entrarem em contato com plástico de produtos eletrônicos, como controle remoto e telefones celulares. Não use recipientes plásticos quebrados, pois eles podem liberar substâncias tóxicas. Ao lavar na máquina, deixe longe do aquecimento. Mas prefira lavar à mão.
As alternativas: Na cozinha, use potes de armazenamento de cerâmica ou vidro, inclusive para água. Se você bebe água durante o dia, leve um garrafa de vidro ou de aço inox. Não tenha pisos de vinil em casa. Para cortar alimentos, use a tradicional tábua de madeira, ao invés do plástico. Mas tome cuidado com a higiene. Ao levar comida no micro-ondas, cubra o alimento com uma toalha especial, em vez de um plástico . Não use cortinas de banheiro de plástico, prefira algodão. Na banheira, não tenha brinquedinhos de plástico e sim de outros materiais, como tecido. Para bebês, escolha mamadeiras de vidro ou sem BPA e com bico de silicone. Dê para o bebê brinquedos – inclusive de morder – de materiais naturais.
10 maneiras de reduzir sua exposição
1. Evite garrafas e recipientes feitos de policarbonato código de reciclagem (7, seguido pelo PC letras).
2. Comer tanto quanto possível, frescos ou congelados, em vez de enlatados. O liofilizado de alimentos ou embalados em caixas de cartão também pode ser uma boa solução.
3. Evite alimentos altamente ácidas ou gordura enlatados (molho de tomate, óleo de peixe, etc.) E podem conter níveis de BPA superiores, porque reage com ácidos e lipídios.
4. Escolha recipientes de vidro, porcelana, aço inoxidável ou feitos de outros materiais de policarbonato para armazenar alimentos.
5. Não aquecer um recipiente de policarbonato em forno de microondas, considere o uso de um recipiente de vidro ou de cerâmica.
6. Evite garrafas e copos feitos de policarbonato; preferem os seus modelos de polipropileno (código 5) ou vidro.
7. Se você usá-lo mesmo assim, não derramar água fervente e não colocá-los no microondas:sob a influência do calor, o BPA é liberada a partir do plástico em maior quantidade.
8. Não lave os pratos com detergentes fortes ou lavagem, porque ajuda a degradar o plástico e pode promover a migração do BPA no líquido. Limpe-os à mão em água morna e sabão.
9. Deixar arrefecer a água fervente em um recipiente sem policarbonato antes de o transferir para o frasco.
10. De preferência, utilizar a fórmula infantil vendido em recipientes de vidro ou plástico sem BPA.

Fonte:

sábado, 15 de maio de 2010

O melhor do computador na sala de aula

1 Escolher conteúdos: Eleger e estudar os conteúdos que serão apresentados ou aprofundados na sala de informática é essencial para que a aula seja objetiva e produtiva. Além disso, faz com que o professor se sinta mais seguro na hora da aula.

2 Selecionar programas: Com o conteúdo escolhido, é hora de encontrar os programas e sites mais apropriados para atingir as metas de aprendizagem. Se a aula é de redação, um editor de textos é uma boa opção.

3 Fazer o roteiro da aula: Todas as atividades precisam ser bem estruturadas e bem planejadas, prevendo momentos de pesquisa, de visualização do conteúdo estudado e de troca de informações. Isso evita a dispersão.

4 Incentivar a interação: Os alunos devem interagir para construir conhecimento. Para tanto, que tal criar blogs, e-mails e fóruns?

5 Usar jogos educativos: Os desafios propostos pelos softwares e jogos virtuais estimulam os jovens e complementam a aula de forma lúdica.

6 Explorar o audiovisual: A internet e os programas educativos oferecem vídeos e animações que favorecem o aprendizado. Use-os!

7 Permitir que o aluno crie: Publicar textos em blogs ou sites e fazer apresentações em slides torna o estudante produtor de conteúdo e de conhecimento.

8 Evitar a desatenção: Para a turma não perder o foco da aula, vale bloquear o acesso a sites de relacionamento, salas de bate-papo e programas de mensagens que não sejam coerentes com o conteúdo ensinado.

9 Criar espaço lúdico: Todos precisam ficar à vontade na sala de informática. Coloque nas paredes cartazes, mapas, ilustrações e trabalhos dos alunos, criando um ambiente acolhedor e rico em informações.

10 Preparar-se bastante: Você se sentirá mais seguro na sala de informática se aprender a usar a máquina, a internet e os programas básicos. Além disso, terá melhores resultados.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/melhor-computador-450791.shtm

Earth Song - Michael Jackson - Clip Ambiental

segunda-feira, 10 de maio de 2010

PROJETO: NÃO SE ENGANE! BULLYING NÃO É VALENTIA, É COVARDIA!







O Projeto Anti-Bullying está acontecendo em toda a rede escolar municipal como forma de prevenir este tipo de violência entre os educandos.

A Criança precisa receber limites claros e objetivos de seus pais, para se sentirem seguras e, só coloca limites claros e objetivos quem se autoconhece e tem um bom senso de limite pessoal e interpessoal.O processo de educar e criar laços verdadeiros de afeto e cumplicidade é algo que leva tempo, que não se impõe e nem se consegue através da força, das chantagens ou da manipulação e muito menos através dos excessos do poder.No caso dos pais que lidam, cotidianamente, com explosões de raiva de seu filho, o exercício da autoridade requer que expressem respeito, amor e firmeza; que coloquem limites claros, através de atitudes envoltas em qualidades suaves, nutridoras, disciplinadoras e objetivas.

Foi realizado o concurso do desenho que será o símbolo desta campanha. A primeira etapa aconteceu na escola, nas turmas das séries finais, onde a vencedora foi a aluna Jenifer, 7ª série. A próxima etapa será realizada com as demais escolas da rede municipal.